Assim começo o meu 1º blog, não sou muito de escrever e nem sou tão bom escrevendo, acho que não tenho atenção com o português ou pode ser burrice mesmo, por isso sempre vou escrever no world (pra pegar a auto-correção) ;)
meu nome é Leonardo Monteiro, não vou falar muito sobre mim, pois o motivo desse blog é para falar de um cão (em todos os sentidos), chamado Chico Buarque de Holanda... Sempre quis ter um cachorro com esse nome, isso vem de muito tempo atrás, e queria justamente um vira-lata, queira ou não o nome “Chico” é nome de vira-lata... (o Buarque de Holanda já é pra dar um charme maior a ele...) nesse meu/nosso, primeiro post vou ta falando de quando eu conheci/peguei/paguei o Chico... (sim, a verdadeira história), então... vamos lá?
Desde que minha cadela, uma rottwailer que amava muito morreu, estava procurando um cachorro, um vira-lata, pois não queria mais cães de raça, (por motivos pessoas que aqui nesse blog não interessa) pensava em ir em feiras de adoção, ou ficava na rua voltando bêbado da balada procurando em cada esquina um filhotinho perdido, queria muito um vira-lata, mas tinha um problema, minha mãe não queria, não queria assumir um compromisso com um animal por mais 10 anos, então decidir esquecer esses meus planos e não ter mais cachorro, falei pra mim mesmo: “eu não vou mais pegar um cachorro, vou esperar ele me pegar, ele me encontrar, ele olhar pra mim e falar: ‘eu quero ser seu filhote’” e nisso se passaram meses, conheci pessoas que trabalhavam com adoção, conheci pessoas que tinham filhotes para dar, mas não quis, não queria mais um problema com minha mãe...
meu nome é Leonardo Monteiro, não vou falar muito sobre mim, pois o motivo desse blog é para falar de um cão (em todos os sentidos), chamado Chico Buarque de Holanda... Sempre quis ter um cachorro com esse nome, isso vem de muito tempo atrás, e queria justamente um vira-lata, queira ou não o nome “Chico” é nome de vira-lata... (o Buarque de Holanda já é pra dar um charme maior a ele...) nesse meu/nosso, primeiro post vou ta falando de quando eu conheci/peguei/paguei o Chico... (sim, a verdadeira história), então... vamos lá?
Desde que minha cadela, uma rottwailer que amava muito morreu, estava procurando um cachorro, um vira-lata, pois não queria mais cães de raça, (por motivos pessoas que aqui nesse blog não interessa) pensava em ir em feiras de adoção, ou ficava na rua voltando bêbado da balada procurando em cada esquina um filhotinho perdido, queria muito um vira-lata, mas tinha um problema, minha mãe não queria, não queria assumir um compromisso com um animal por mais 10 anos, então decidir esquecer esses meus planos e não ter mais cachorro, falei pra mim mesmo: “eu não vou mais pegar um cachorro, vou esperar ele me pegar, ele me encontrar, ele olhar pra mim e falar: ‘eu quero ser seu filhote’” e nisso se passaram meses, conheci pessoas que trabalhavam com adoção, conheci pessoas que tinham filhotes para dar, mas não quis, não queria mais um problema com minha mãe...
Um belo dia de rotina estava indo pegar a minha namorada para ficarmos juntos, quando ela abriu a porta do carro ela falou, “amor, olha aquele cachorrinho na mão daquela mulher...” (nossa senhora, era uma mendiga que deveria ter mais pulga do que o coitado) Entre carros passando, ela se encontrava do outro lado da rua, com uns 10 a 15 metros de distância, vi aquela bola de pelo, aquela criatura preta e branca, que olhou para o meu carro, e falei “pega La”, pegamos e a mendiga falou “me dá um trocado?”, tirei meus meros 5 reais do bolso e entreguei. No caminho de casa fiquei pensando “puta merda, se falar pra minha mãe que encontrei esse cachorro no meio da rua, ela vai me matar, não vai me deixar ficar com ele, vai falar para o meu pai levar ele no outro dia” e essa altura do campeonato ele já se encontrava dormindo, todo encolhido no colo da minha namorada (não iria imaginar que esse sono profundo dele iria se prolongar até os dias de hoje. RS), pensando em algo, decidir mentir, criar uma “balela” para minha mãe, usar o emocional, como um verdadeiro publicitário que sou, mexer com o “hooo coitadinho” da velha e vamos La, cheguei em casa e falei, “mãe olha o que eu trouxe?” ela deu um pulo da cadeira, mandou eu ir embora com ele, q ela não queria, e ai veio a minha história, “mãe ele tava na ladeira do Nazaré, descendo o salesiano, sozinho na rua, abandonado, com um irmão morto do lado, eu não poderia deixar ele La sozinho, eu não tenho esse coração” e ela não acreditou????? Acreditou sim, e tivemos que mentir pra todos, amigos, parentes, caralho a quarto, aprendi que um bom publicitário mente, e mente bem feito, mente até pra ele mesmo, pra que todos acreditem na sua mentira e ele consiga vender o seu produto... Dito e certo, consegui, minha mãe aceitou, dei banho nele as 20:00, comprei um talco anti-pulga,tratei, levei ele no veterinário, dei remédio de verme e todo um trabalho que se tem com um filhote. Hoje ele tem 6 meses é um bom cachorro, apronta muito, como muita gente já viu as histórias dele pelo meu twitter, vou ta recontando algumas daquelas histórias, agora, com um pouco mais de detalhe e carinho e novas histórias pelo blog dele, pelo blog chiCÃO!

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